Livro de Provérbios | parte 3
Aula ministrada na ADVEC São Paulo, sobre a última seção do livro de Provérbios contemplando os capítulos 22:17 a 31:31
Aula ministrada na ADVEC São Paulo, sobre a última seção do livro de Provérbios contemplando os capítulos 22:17 a 31:31
A mensagem é uma síntese da obra de F.F. Bruce em “Paulo o apóstolo da graça, sua vida, cartas e teologia”, cujo objetivo é apresentar a vida, obra e pensamento de Paulo. O autor explica que a razão para escrever mais um livro sobre o apóstolo Paulo está relacionada ao amor por Paulo, foram mais de 18 anos de dedicação e pesquisa sobre a vida e obra do apóstolo da graça.
Ao analisar a literatura profética do Antigo Testamento é possível identificar alguns padrões na proclamação da mensagem que geralmente é composta por uma advertência ou convite ao arrependimento, uma mensagem de juízo e uma mensagem de esperança ou restauração. Este artigo apresenta alguns textos dos profetas Jeremias, Isaías e Daniel para compreender a ação soberana de Deus sobre o governo humano de alguns monarcas. A nação de Israel ao longo da história bíblica foi dominada por diversos povos estrangeiros tais como, babilônios, persas, gregos e romanos. Apesar da dominação estrangeira, Deus nunca perdeu o controle, Deus continuou soberano em sua posição inabalável. Alguns reis estrangeiros ganharam um destaque especial no relato bíblico como Nabucodonosor da Babilônia e Ciro da Pérsia. Para os judeus, Nabucodonosor era uma figura negativa porque foi ele quem os levou para o cativeiro, destruiu o templo e a cidade de Jerusalém. Por outro lado, Ciro era visto como uma figura positiva porque ele ordenou o retorno dos judeus e a reconstrução do templo. Embora ambos fossem reis pagãos, os profetas registraram como Deus os tratou: a Nabucodonosor, Deus o chamou de “meu servo” e a Ciro de “meu pastor” e “ungido”.